sábado, 8 de setembro de 2007

Americanos em combate -- Reporter


4 comentários:

Anónimo disse...

Eu não vi nada

PintoRibeiro disse...

Pensava que eles só utilizavam bombardeamentos aéreos...
Abraço.

Ricardo Zenner disse...

É realmente ridícula a figura dos EUA no Iraque. Ridícula e trágica. Afinal, só são uma super-potência militar quando defrontam civis ou exércitos mal equipados.

Sabe que reduziram o calibre das espingardas de assalto de 7,65mm para 5,5mmm? Para que fosse preciso gastar mais balas (=mais lucro para as fábricas de munições de Cheney) para o mesmo efeito. Ou quase, já que a munição de menor calibre não tem energia potencial suficiente para fazer grande estrago, a não ser em desgraçados que andam de djalaba e alpergatas.

O tanque M1 Abrahams, por exemplo, é um desastre em termos de engenharia bélica. A tal «blindagem especial» é tão fraca que é furada por simples bazookas da 2ª Guerra Mundial. O motor teve de ser trocado, pois o de turbina a gás gastava tanto que aquela porcaria não andava 150Km sem precisar dec reabastecer, e a assinatura térmica era tão grande que até as câmaras vídeo domésticas a captavam em visão nocturna.

Por fim, o canhão de alma lisa era tão impreciso que a electrónica para tiro de precisão não estava virtualmente ali a fazer nada. Tiveram de mudar para um RheinMetall de alma estriada, mas mesmo assim, não compatibilizaram bem o canhão com a electrónica...

Um Koenig Tiger alemão de 1944 chamava-lhes um figo (é o que os peritos ingleses da Jane's dizem). Literalmente tiro aos patos. Uma vergonha.

Saudações

navegação disse...

Meu caro Ricardo Zenner

Mais uma vez lhe agradeço. Excelente texto

Navegação Nacional